| O deputado Hugo Leal visita áreas atingidas pelas chuvas em Petrópolis junto com o prefeito Rubens Bomtempo |
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Parcerias para levar qualidade de vida ao interior do Estado
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Hugo Leal recebe representantes do movimento dos policiais militares
Nesta quarta-feira, dia 19, o líder do PSC, deputado federal Hugo Leal recebeu representantes do movimento dos policiais e bombeiros militares para aprovação da PEC 300 – que cria um piso salarial nacional para a categoria igual ao valor pago no Distrito Federal. Leal garantiu aos policiais que não desistiu da causa e, nas reuniões de líderes partidários, sempre luta para que a matéria seja colocada na pauta de votações. “Hoje teremos outra reunião com os líderes e com certeza vocês terão meu apoio para levar a proposta ao plenário”, afirmou.
Reunidos em Brasília desde ontem, representantes dos policiais e bombeiros militares de todo o país vieram para acompanhar as votações dos destaques da PEC 300, que, de acordo com o presidente da Câmara, Michel Temer, seria uma das prioridades da Casa após a votação da PEC dos aposentados (475/09) e do Projeto Ficha Limpa, ambos já encaminhados ao Senado. A categoria teme a aprovação de três destaques: os que retiram do texto a obrigação da União complementar o pagamento do piso nos estados que não puderem arcar com esse ônus; o prazo de 180 dias para a emenda entrar em vigor, a partir da promulgação; e o valor do piso, deixando a definição para lei complementar.
A PEC 300 foi apensada à PEC 446, que institui um piso nacional para os policiais, mas sem vincular o piso nacional ao salário pago no DF, o que estava proposto na PEC 300. A apreciação da matéria foi iniciada no início de março e não houve continuidade nas semanas seguintes. Para Leal, não há mais porque protelar. “O texto já foi bastante discutido, agora só nos resta votar. É só uma questão do presidente da Casa colocar na pauta”, concluiu o deputado.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Agentes mostraram ao deputado Hugo Leal documentos e pediram que intercedesse em favor da categoria. / DIVULGAÇÃO
A diretoria do Sindicato da Saúde de Petrópolis realizou uma reunião do deputado federal Hugo Leal (PSC-RJ) com agentes comunitários de Saúde para esclarecimento da situação funcional e reivindicações da classe. O encontro contou com a participação do vice-presidente do sindicato, Osmar Ferreira. A presidente da Associação Petropolitana dos Agentes Comunitários de Saúde – APACS, Sônia Cristina Cabral, solicitou ao deputado a sua intervenção na situação funcional dos agentes. “Não sabemos se somos celetistas ou empregados públicos. Até agora não conseguimos entender como estamos efetivados neste processo. Não recebemos contracheques e nem o piso salarial. Só sei que estamos por conta da Fundação Municipal de Saúde”.
Explicando que o seu universo de ação é dentro do contexto do Governo Federal, Hugo se comprometeu a levantar junto ao Ministério da Saúde as informações necessárias. “Através de um requerimento de informações da Câmara dos Deputados para o Ministério da Saúde, vou buscar esclarecimentos sobre a situação dos agentes comunitários no plano nacional. É preciso saber como está sendo a linha de condução e a orientação jurídica dos ACS com as prefeituras. Estas informações nos darão a possibilidade de buscar alternativas para estes impasses”. A presidente da ASPACS entregou documentos para o deputado com detalhamento dos questionamentos e reivindicações. Hugo Leal disse que é necessário oferecer condições favoráveis de trabalho a estes profissionais. “Os agentes são trabalhadores fundamentais para a política de saúde. Em Petrópolis, no momento, temos em atuação 231 profissionais. Por morarem nas comunidades, a jornada de trabalho deles é longa e irrestrita. Eles precisam ser reconhecidos e valorizados pelo trabalho realizado”. Fonte Tribuna de Petrópolis
terça-feira, 18 de maio de 2010
Ficha Suja do Estado do Rio de Janeiro
Deputados
Arnaldo Vianna (PDT-RJ)
Inquérito 2826 – crimes de responsabilidade
Inquérito 2827 – crimes de responsabilidade/crimes de lei de licitações
Arolde de Oliveira (DEM-RJ)
Inquérito 2798 - Crimes contra o sistema financeiro nacional, crimes contra a
ordem tributária
Cida Diogo (PT-RJ)
Inquérito 2821 – crime de competência por prerrogativa de função
Edson Ezequiel (PMDB-RJ)
Inquérito 2300 - peculato, emprego irregular de verbas públicas e corrupção
passiva. O processo corre em segredo de Justiça
Geraldo Pudim (PMDB-RJ)
Inquérito 2601 - crimes eleitorais
Inquérito 2704 - boca de urna.
Leandro Sampaio (PPS-RJ)
Ação Penal 419 – crimes de responsabilidade durante gestão como prefeito
Ação Penal 442 – crime contra o meio ambiente e patrimônio genético/ poluição
Inquérito 2596 – crimes contra a ordem tributária (imposto de renda da pessoa
física). Este corre em segredo de Justiça.
Nelson Bornier (PMDB-RJ)
Inquérito 2137 – crime de lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores
Inquérito 2168 – crime contra a lei de Licitações
Inquérito 2177 – crime da lei de licitações
Inquérito 2655 – crimes de responsabilidade, crime contra a Lei de Licitações
Silvio Lopes (PSDB-RJ)
Inquérito 2641 - crimes de responsabilidade, durante gestão como prefeito
Inquérito 2837 – investigação penal por prerrogativa de função
Inquérito 2855 – crimes na Lei de Licitações
Solange Almeida (PMDB-RJ)
Inquérito 2664 - crime de responsabilidade, atribuídos a gestão como prefeita
Inquérito 2726 - crime de responsabilidade, atribuídos a gestão como prefeita
Inquérito 2834 – crimes praticado contra a administração pública. Emprego
irregular de verbas ou rendas públicas
domingo, 16 de maio de 2010
Reunião no Sepe: profissionais de Educação receberam ontem apoio de servidores públicos da área de Saúde e de associações comunitárias. / ALEXANDRE CARIUSalexandre cariusalexandre cariusalexandre cariusalexandre carius
MARIANNY MESQUITA
Redação Tribuna
A greve dos profissionais de Educação ganhou apoio dos servidores públicos de Saúde. Também reivindicando reajuste salarial e melhores condições de trabalho, representantes de seis associações de agentes da Saúde e de moradores, junto com o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe/RJ), se reuniram durante a tarde de ontem na sede do Sepe, no Centro, com o objetivo de ampliar o movimento e unificar as reclamações.
Segundo o membro da Federação da Associação de Moradores e do Conselho de Saúde, Thiago Pires, o objetivo é unir os servidores municipais com o apoio das associações de moradores de todas as áreas que sofrem da mesma carência, para ganhar mais força. “As associações são os usuários dos sistemas de Saúde e Educação públicos porque estamos dentro da comunidade que recebe o serviço, por isso somos os mais atingidos e queremos unir forças”, afirmou Thiago. Estiveram presentes ainda representantes do Fórum da Associação de Moradores, Sindicato dos Empregados dos Estabelecimentos de Saúde, Associação de Moradores do Capitão Paladine e Associação Petropolitana dos Agentes da Educação Infantil e Pessoal de Apoio.
Integrantes do Sepe rebateram declarações do prefeito Paulo Mustrangi, feitas durante a coletiva de imprensa concedida na última sexta-feira, em Carangola. A agente de apoio à educação e integrante do Sepe-Petrópolis, Patrícia Araújo, disse que a população não é prejudicada pelo movimento, como disse Mustrangi, mas por problemas no governo. Ela acusou o município de oferecer aos alunos da rede municipal merenda estragada e de deixar as crianças de algumas creches sem café da manhã, há mais de seis meses. “Já cheguei a levar para a escola onde eu trabalho óleo, biscoito e açúcar. Há também salas de aulas superlotadas e falta de professores e funcionários. Se estamos nesta área é porque amamos e queremos fazer um trabalho de qualidade”, contou Patrícia Araújo.
Um dos argumentos do prefeito para a não negociação com os servidores enquanto estiverem em greve é o de que a greve é ilegal, por não cumprir recomendação do Superior Tribunal Federal do aviso prévio de 48 horas. “Isto não serve para a nossa categoria, que nem data base tem. Além disso, tentamos sem sucesso o diálogo com a secretária de Educação desde 2008. No dia 30 de abril deste ano, a secretária de Educação, Sandra La Cava, nos recebeu, quando apresentamos a pauta com todas as reivindicações e avisamos que na assembleia do dia 13 de maio precisaríamos de uma posição”, contou a coordenadora do Sepe Petrópolis, Patrícia Mafra.